Saúde
Status: Em andamento
ESTUDO DE HIV
Desde que foi descoberto, o vírus HIV já contaminou 60 milhões de pessoas e causou cerca de 30 milhões de mortes por todo o mundo. No Brasil, o número de infectados, principalmente entre os jovens, aumentou exponencialmente nos últimos anos.
A medicina e a farmacologia conseguiram conquistar importantes avanços desde o primeiro caso, provendo auxílio aos infectados e proporcionando um aumento da expectativa de vida, a qual também se torna de maior qualidade. Isto possibilitou, por exemplo, que mulheres soropositivas vivam a experiência da maternidade sem infectar o feto no período da gestação e nem a criança durante a amamentação. Entretanto, apesar dos grandes e importantes avanços, o desenvolvimento de drogas retrovirais não trouxe apenas benefícios, sendo ainda parcialmente desconhecida da comunidade médica a interação desses agentes com outros remédios e efeitos secundários causados no paciente.
Considerando isto, a preocupação com a qualidade de vida da população infectada e com medidas promocionais de saúde e de prevenção do HIV e das infecções oportunistas (tuberculose, pneumonia, pneumocitose, entre outros) através de protocolos de pesquisa, práticas médicas, farmacológicas e atendimentos sociais é uma constante dentre os profissionais da área.
Ao longo de sua história, a Fundação Femptec firmou acordos de parceria com intuições reconhecidas na condução de uma série de estudos direcionados ao tratamento de portadores do vírus HIV e a prevenção da transmissão vertical entre mães e filhos, incluindo exames e tratamento continuado. Como exemplo, podemos citar a Associação dos Amigos do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento (AACEA), a empresa Westat Inc., o Instituto Nacional Eunice Kennedy Shriver de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano (NICHD) etc. Eles aconteceram em múltiplos centros, incluindo os dois principais polos de pesquisa do Rio de Janeiro, o Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) e o Hospital de Servidores do Estado.
IMPACTO:
- Melhoria na qualidade de vida da população infectada pelo vírus HIV;
- Conscientização e Prevenção da doença;
- Facilita o acesso aos exames necessários para a população portadora do vírus HIV;
- Promove a especialização da mão de obra envolvida;
- Desenvolve novas abordagens terapêuticas, otimizando os diagnósticos, principalmente entre a população vulnerável (recém-nascidos, crianças e gestantes).
